terça-feira, 27 de maio de 2014

Deputado Carlão Pignatari prestigia palestra do gestor do Hospital do Câncer de Barretos

Henrique Prata contou a história da instituição em evento promovido pelos Rotary Club’s de Votuporanga e Valentim Gentil




O deputado estadual Carlão Pignatari prestigiou a palestra que o presidente do Hospital do Câncer de Barretos (Fundação Pio XII), Henrique Prata, proferiu no Votuporanga Clube, na noite de segunda-feira (dia 26/05). O evento foi promovido pelos quatro Rotary Club’s da cidade – Votuporanga, 8 de Agosto, Novo Milênio e Novas Gerações – e pelo de Valentim Gentil, com a presença de um grande público. A renda foi dividida entre o Hospital do Câncer e a Santa Casa de Votuporanga.
Ao lado do prefeito Junior Marão, do provedor da Santa Casa, Valmir Dornelas, do vice-prefeito Waldecy Bortoloti e do governador assistente do Distrito 4480 do Rotary International, Antonio Robert Rodrigues, Carlão deu as boas vindas a Henrique Prata e enalteceu o “belo trabalho que a instituição realiza para salvar vidas e tratar de doentes de câncer, um mal que assola a humanidade”.
O palestrante, que “herdou” o hospital de seu pai, um médico sonhador que desejava um atendimento multidisciplinar para melhorar a vida dos pacientes de câncer, disse que esteve na iminência de fechar o hospital em 1988, por causa dos altos custos e prejuízos que vinha causando a sua família, até que foi despertado por um médico do local, de que ele poderia, com apenas mais um foco (aparelho de iluminação de sala cirúrgica), salvar muitas vidas.
A partir daí, decidiu tirar um projeto de seu pai da gaveta e sair pedindo doações para ampliar o hospital. Hoje o hospital é um gigante da oncologia: conta com um complexo de mais 70 mil m² de área construída, 2,5 mil colaboradores, 250 médicos em regime de período integral e dedicação exclusiva e realiza 3 mil atendimentos diários.

Além do Hospital de Barretos, a instituição tem uma unidade em Jales e outra em Porto Velho (Rondônia), além de um Centro de Diagnóstico em Fernandópolis. Prata comentou que a “receita” que mantém o hospital vivo é o amor ao próximo e a bênção de Deus. 

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